"peace of mind", uma trégua, mas que trégua? Brecht diria que trégua é o tempo de afiar as facas.
Escolher-se enquanto desistência, pegar o resto que te sobra e te selecionar. Ser anormal dentro da anormalidade, o que não significa normalidade; quanta baboseira essa verborréia que naum leva a lugar nenhum; mas por deveria levar?
Renunciar a parte de si que quer apenas ficar tonto, quer quer apenas rodar e ver as coisas de forma destorcida. Quem disse que eu quero ver a extensão onde as coisas realmente são? Ceder aos prazeres comuns e imediatos, deixar sentir sua pele se arrepiar sem que precise imaginar o que se passa dentro das céulas. E tomar uma taça, ou três, ou cinco, para facilitar o contato com o não você que é mais você, ou não.
É isso, rebolar e ceder a porra da indústria cultural, ou massagear o ego e ser um intelectual de bosta.