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Sentir o que não se sente mais. Lembrar daquilo que você já sentiu tantas vezes, tão profundamente, e de repente uma pontinha daquele sentimento aponta de novo. Mas é a apenas a lembrança do que um dia foi sentido. É a abstração do passado no mesmo lugar onde ele acontecia. No seu corpo, na sua mente, na sua pele. Mas é uma lembrança, que agora, não te impede mais de viver.
É a lembrança do sentimento, não da pessoa. É a saudade do que você sentia, das suas reações corporais, mentais (ou amentais), daquelas ondas invisíveis e inexplicáveis, daquela metáfora do navio que só faz circulos, circulos, circulos. É a memória de algo que só pertence a você, que é só seu e que nunca alguém poderá sabê-la, pois nunca poderá atingi-lá, alcançá-la.
Um sentimento ou sensação que te soma hoje, e que às vezes buscá-lo no passado suspenso

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