
"De repente, não mais que de repente", lembrei-me daquela janela. Aquela. Aquela pela qual eu olhava o mundo, pela qual via todas as possibilidades, todos os caminhos , mas que escolhia ficar apenas no cômodo. Quantas tardes, quantas noites de reflexão ativa, aguniante e extasiada...
Mesmo aberta ou fechada, a olhava. Olhava querendo fugir mas "rompia com o mundo", olhava achando estar sendo observada, olhava querendo compor o cenário.
Eu me encontrava na dúvida, e me perdia. Meu silêncio me bastava, não só a mim, porque eu estava lá. Todas as estações e estados. A janela me olhando. Não havia consolo, apenas as maditas escolhas, então eu escolhia.
A porcaria da liberdade cárcere tão manjada.
"Vem, mas vem sem fantasia, que da noite pro dia você não vai crescer".
Mesmo aberta ou fechada, a olhava. Olhava querendo fugir mas "rompia com o mundo", olhava achando estar sendo observada, olhava querendo compor o cenário.
Eu me encontrava na dúvida, e me perdia. Meu silêncio me bastava, não só a mim, porque eu estava lá. Todas as estações e estados. A janela me olhando. Não havia consolo, apenas as maditas escolhas, então eu escolhia.
A porcaria da liberdade cárcere tão manjada.
"Vem, mas vem sem fantasia, que da noite pro dia você não vai crescer".

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